Anatomia Patológica | Affidea Portugal

A Anatomia Patológica, em regime de ambulatório (não Hospitalar), é a especialidade médica responsável pela análise morfológica de órgãos, tecidos e células, com o objetivo de contribuir, muitas vezes de forma decisiva, para o diagnóstico de lesões, com implicações no tratamento e prognóstico das doenças, bem como na sua prevenção.

Engloba, basicamente, o exercício da Histopatologia (biópsias, peças cirúrgicas) e da Citopatologia (esfoliativa e aspirativa).

Tem por raiz metodológica a observação macroscópica e microscópica, mas tem, progressivamente, incorporado novas técnicas que alargaram o âmbito do diagnóstico de base morfológica e que contribuem para diagnósticos mais precisos e seguros com vista a tomada de decisões clínico-terapêuticas. Encontram-se, entre estas técnicas, a imuno-histoquímica, a citometria estática e de fluxo, a hibridação in situ, a“PCR” e a captação híbrida.

Para além da atividade de diagnóstico geral, a Anatomia Patológica tem uma contribuição relevante para a deteção das lesões pré-malignas, com o objetivo de diminuir a incidência de cancro.

A Anatomia Patológica é necessária ao exercício assistencial em quase todas as especialidades médicas e cirúrgicas.

O Laboratório de Castelo Branco estabeleceu parceria com o IMP Laboratório e garante assim a realização dos exames de Anatomia Patológica. Conheça aqui a Equipa do IMP Laboratório.

Sim, mas com moderação. O excesso de água pode interferir com os resultados de algumas análises.

Não dói quase nada, dependendo do paciente. Geralmente é muito rápido.

O hematoma é causado pelo extravasamento de sangue. Pode ocorrer  quando as veias são muito finas, se houver compressão inadequada do local puncionado, quando se efetua esforço no braço logo a seguir à colheita ou quando há algum acidente na colheita.

A urina tipo II serve para avaliar o funcionamento do aparelho urinário. Deste modo, é aconselhável colher a primeira urina da manhã, pois é a que se encontra mais concentrada.

Contudo, há casos em que a pessoa não traz a primeira urina, mas convém que esta seja colhida depois de 4 horas sem urinar.

Ao rejeitar o primeiro jacto de urina vai evitar possíveis contaminações, uma vez que se encontram muitas células e secreções na uretra, podendo alterar o resultado.

Não, nem precisa de ser a primeira evacuação. É preferível colher em casa, num frasco adequado, que o laboratório fornece

Alguns medicamentos, como antibióticos e anti-inflamatórios, interferem nos resultados de determinadas análises, pelo que, no ato da colheita, deve mencionar a medicação que está a efetuar, de modo a ser tida em conta na validação dos resultados.

Nem todas as análises o necessitam, como é caso do hemograma. Já a glicemia e os triglicéridos requerem várias horas em jejum (12h).

Tanto o tabaco, que contém nicotina, como o álcool vão interferir com os resultados de várias análises. Deste modo, convém não fumar nas horas antecedentes à colheita ou ingerir qualquer bebida alcoólica dias anteriores aos da colheita.

Sim, uma vez que algumas análises auxiliam na descoberta da causa ou monitorização da doença.

O esforço físico interfere com algumas análises, como por exemplo, a glicemia. Portanto, convém não realizar nenhum esforço físico nesse dia, antes da colheita.

Pode. No entanto, existem algumas hormonas que variam durante o ciclo menstrual. É importante mencionar ao seu médico a fase do ciclo em que se encontrava no dia da colheita. Em relação à urina, a menstruação interfere na sua análise e em exsudados vaginais e uretrais, por isso convém não realizar estas análises quando se encontrar menstruada.

Não. Desde que os cuidados prévios (jejum, actividade física, por exemplo) sejam observados, quase todas as análises podem ser colhidas à tarde. Contudo, existem algumas análises (cortisol, ACTH, por exemplo) que variam durante o dia e precisam de ser colhidos a uma determinada hora.